Luciano Hang classifica como ideológica liminar que obriga Havan a instalar assentos em loja
O empresário Luciano Hang recebeu com surpresa a liminar envolvendo a megaloja da Havan em Rondonópolis (MT), que determina a disponibilização de assentos para colaboradores nos setores de vendas. O dono da varejista classificou a decisão como descabida, seletiva e ideológica, e afirmou que a empresa irá recorrer.
Segundo Hang, a medida ignora a realidade do varejo brasileiro e cria um tratamento direcionado exclusivamente à Havan.
“Essa é uma decisão ideológica travestida de Justiça. Nunca vi esse tipo de determinação sendo aplicada em supermercados, atacadistas ou lojas da concorrência. Parece que existe uma perseguição seletiva contra a Havan”, afirma o empresário.
Luciano Hang destaca ainda que a empresa cumpre rigorosamente todas as normas de ergonomia e segurança do trabalho, mantendo políticas internas voltadas ao bem-estar dos colaboradores.
“A Havan sempre respeitou os colaboradores, cumprimos as regras de ergonomia, possuímos normas de descanso e damos liberdade para nossos colaboradores fazerem pausas ao longo da jornada. Transformar isso em uma ação judicial é um absurdo”, completa.
O empresário também critica o que considera um excesso de interferência sobre o funcionamento da atividade empresarial.
“Quem conhece o varejo sabe como funciona a dinâmica de uma loja. Essa liminar cria uma narrativa completamente distante da realidade e passa uma imagem falsa sobre o ambiente de trabalho da Havan”, diz











