36ª Festa Nacional do Pinhão: Lages consolida vocação turística com hotéis lotados e economia aquecida durante o feriado prolongado
Rede hoteleira estima lotação máxima dos 3.735 leitos de hospedagem em determinados dias deste feriadão de Corpus Christi
A Serra Catarinense seduz. O tempo inteiro, o ano inteiro. Um arzinho de sítio, os sons de chácara. Tudo é puro e sensível. Colecionar lembranças, ficar com gostinho de “quero mais”. São quatro dias. Quatro dias de feriado prolongado de Corpus Christi. Não dá para desperdiçar, não é mesmo? Outra desta só no mês que vem, nos 15 dias das férias escolares de julho. Então não marca touca, quer dizer, coloca a touca, arruma a mala bem prevenida de looks e venha para a 36ª Festa Nacional do Pinhão.
Verdadeiras telas de obras de arte com paisagens brancas de geada, o silêncio da vida simples, a relação íntima e genuína do ser humano com a natureza. A vida pede calma.
A Serra oferece alternativas para todos os gostos. Do sossego ao agito.
A Festa Nacional do Pinhão, iniciou em 22 de maio e seguirá até domingo, 7 de junho, com intenso roteiro de shows locais, regionais e nacionais no espaço Recanto do Pinhão Aracy Paim, Parque de Exposições Conta Dinheiro e Mercado Público Municipal Osvaldo Uncini. Este período atrai ainda mais a curiosidade e o interesse pela história de Lages, o município mais populoso da Serra Catarinense, com 172 mil habitantes, referência em serviços, e um dos mais importantes na economia do Estado.
Berço do Turismo Rural no Brasil, Lages tem sua rede hoteleira comemorando a chegada à lotação máxima em determinados dias deste feriado prolongado. Nesta quarta-feira (3 de junho), o levantamento prévio realizado apontava 100% de ocupação dos 3.735 leitos de hospedagem, contabilizados estabelecimentos urbanos e situados no interior, os hotéis fazenda. De acordo com a Secretaria Municipal do Turismo, em relação ao fim de semana, no sábado (6 de junho), a lotação máxima da rede hoteleira deverá se repetir. Ao juntar todos os dias do fim de semana, a média prevista é de 85% de ocupação.
O relatório de avaliação de taxa de ocupação e impacto econômico está em produção pela Secretaria Municipal do Turismo e será concluído ao final desta edição da Festa. Ao levar em consideração a continuidade da média atual de ocupação na rede hoteleira, o impacto econômico previsto é de R$ 25 milhões, sem contar o ramo de alimentação, entre outros. “Os bons índices de ocupação dos hotéis e a expectativa de movimentação econômica demonstram a força da Festa Nacional do Pinhão. O turismo gera emprego, renda e oportunidades. Isto fortalece toda a cadeia produtiva e contribui para o desenvolvimento sustentável de Lages e da região”, exclama a prefeita Carmen Zanotto.
Lages é uma cidade linda, e seu turismo rural guarda mistérios, magia e segredos. Suas fazendas centenárias são enigmáticas e seus hotéis fazenda, pousadas e resorts de campo são paradisíacos. O aconchego de uma lareira; o prazer de degustar um bom vinho de altitude; a satisfação de saborear um pinhão assado na sapecada das grimpas; uma conversa sem pressa ao redor da fogueira na roda de chimarrão; um café colonial com uma boa tigela de bijajicas, rosca de coalhada e café coado na hora no bule; andar a cavalo e atravessar o riacho em cavalgada; pescar no lago. Desacelerar em Lages. São experiências para a vida toda.
“A cidade vem crescendo a cada ano para oportunizar vivências únicas e primorosas e atender a diferentes públicos. Desejamos que as pessoas queiram voltar a Lages e à Serra Catarinense”, recorda a secretária do Turismo, Ana Vieira.











