Declaração de viúva de Marielle é uma atroz arrogância

O assassinato de um cidadão é algo abjeto. Independe de sua rubrica na legislação penal. É execrável se crime político, latrocínio, feminicídio, de ódio, passional… seja qual for. É o rito sumário de ceifar uma individualidade. Também é execrável quando alguém, seja quem for, sub-roga a um indivíduo a razão ...

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A tragicômica amnésia da esquerda

A estreia internacional do presidente Jair Bolsonaro revelou bem mais do que sua capacidade de quebrar protocolos oficiais, despistar a imprensa e ir almoçar num self-service de supermercado, ou sua emoção legítima ao discursar, agora na condição de Chefe de Estado, para uma miríade de líderes, investidores, empresários e jornalistas dos quatro ...

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O silêncio de Bolsonaro e os chatos do apocalipse

Nunca foi tão fácil ser chato no Brasil. Com os principais líderes de esquerda, centro-esquerda e centro mofando em xilindrós frios após condenações severas e/ou respondendo a inúmeros processos na justiça criminal pelos mais variados crimes contra o patrimônio e os cofres públicos, além de um portentoso rechaço verificado nas ...

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O auxílio-moradia e a amnésia seletiva

A discussão sobre o cárcere privilegiado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o desabamento de um prédio de 24 andares abandonado pela União e ocupado por movimento social de luta por moradias dignas fez ressurgir entre o debate sobre a indecência do auxílio-moradia pago aos magistrados do Poder ...

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Povo fraco ceva porcos imundos

Vedes tu, débil Povo brasileiro, a natureza do (des)concerto: fiada em tua tibieza, a nata da canalhice tupiniquim paulatinamente recompõe a bocarra sedenta à farta teta do Estado, pouco importando o colarinho branco respingado. Não é poesia. É desgraça! Porque quando fraco é o Povo, sua serventia resume-se à ceva ...

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A estética dos espertalhões

O Supremo Tribunal Federal tornou-se um circo de palhaços enlutados, um cenário onde a desonra e a indignidade parecem enraizadas, um espetáculo grotesco protagonizado por falsos vestalinos escondidos sob esvoaçantes togas de seda negra. Não há que se falar em Ética, conceito apartado aos que insistem trajar colarinho branco. É ...

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Os togados coveiros de prova viva

Um voto histórico e robusto, doutíssimo, farto em seu conjunto probatório. Ao pedir ao Pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação da chapa Dilma-Temer, PT-PMDB, o ministro Herman Benjamin exibiu ao Brasil as provas do mais grave crime que um cidadão pode cometer: o vilipêndio ao voto, sustentáculo da Democracia. ...

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O mundo mágico dos desavergonhados

A realidade imposta ao Brasil pelas investigações da Operação Lava-Jato e, sobretudo, pelas sucessivas delações premiadas, tem como contraponto o advento de uma nova espécie de criminosos de colarinho-branco: os desavergonhados públicos. Gente que, mesmo diante de todos os fatos e provas, insiste negá-los e, tal qual mágicos ilusionistas, servem-se ...

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O estado delinquente de poder

O Brasil finalmente se encontrou com o maior desafio de sua existência: vencer a hipocrisia de um povo politicamente indigente e provar ao mundo que esta nação é capaz de desinfetar os Três Poderes, exterminar os bandidos de colarinho-branco e assumir o controle do país para conduzi-lo a algum futuro ...

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O ostracismo da inteligência

A semana que passou serviu para lustrar o Brasil com uma camada inimaginável de bobagens, fruto viçoso de uma nação que decidiu condenar a inteligência ao ostracismo e exaltar a decrepitude de pensamentos rasos e rasteiros embalados em mesóclises de colarinho-branco. Não há precedente histórico para a sarapieira que emerge ...

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